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sábado, 30 de maio de 2009

85 anos

Meu pai nasceu em 1924 e faleceu em 2001.
Hj tenho uma saudade gostosa, já foi doída demais. Ele não preparou sua saída de cena, foi muito rápido. Em dois meses adoeceu e morreu.
Tinha um conhecimento e uma memória invejáveis.
Lia demais: assinava 3 revistas mensais, e 3 jornais diários. Lia tudo de cabo a rabo. Até os classificados.
Machado de Assis e Eça de Queirós foram seus preferidos. Mas leu todos os clássicos e os não tão clássicos, fez parte do "Clube do Livro", nessa época chegavam 2 livros por mês (que eram consumidos em poucos dias) e adquiriu inúmeras coleções: Monteiro Lobato, Tesouro da Juventude, Barsa e outros. Confirmo que leu todos. Leu a Bíblia, acreditava em Deus, mas não era religioso. Apenas no dia da Epifania comparecia à Missa.
Época de prova, era com ele mesmo que eu (como meus filhos mais tarde), tirávamos dúvidas de História, Geografia, Conhecimentos Gerais e até Matemática.
A paciência era enorme, e o sossego também. Não tinha pressa, dirigia MUITO devagar, não foi bom motorista. Era de pouca conversa e de poucos amigos. Não curtia viagens nem festas. Chegou a tentar um baralho, por insistência dos vizinhos, mas foi um fracasso; dormia na mesa, descartava a carta da canastra. Foi dispensado, para sua satisfação. Sempre gostou de dormir cedo e madrugava.
Foi muito caseiro. Quando alguém dizia que adorava uma "beira de rio", ele retrucava: "adoro a beira de casa".
Foi um garoto sofrido, ficou órfão aos 9 anos, era o mais velho de quatro irmãos. "Recordar é sofrer duas vezes", dizia quando alguém perguntava sobre sua infância. Quem contava as mazelas eram meus tios. Chorei muito ao ouvir as histórias. Ele não lamentava nada e fez-se completamente sozinho. Teve uma família dispersa, sem amor e sem união. Viveram separados, e com pouco contato.
Entrou para o Exército com 18 anos. Foi um militar diferente, não sei explicar, mas foi diferente.
Assim que casou-se com minha mãe, foi transferido para o interior, e aqui viveu. Quando faleceu, completariam 51 anos de casados. Foram felizes.
Amou demais essa filha (única), chegou a sufocá-la, confesso, tentando impedir qualquer sofrimento (crescimento).
De repente, um milagre: quando resolvi prestar vestibular fora da nossa cidade, deu o maior apoio. "Passei, pai, meu nome tá na lista!" Sei que sofreu muito com a nossa separação pela distância, mas nunca demonstrou. Sempre firme e me insentivando nos momentos de fraqueza. Foi o presente que faltava: na sua sabedoria, sentiu que o momento havia chegado, a filhinha precisava crescer, aprender "a se virar".
Eu não sabia fazer nada. Nada? NADA. Nem nadar.
Aprendi a arrumar cama, casa, a cozinhar e lavar/passar (nesse último fiquei de segunda época, exame e fui reprovada. Até hoje não fui aprovada).
Também aprendi a nadar (natação era uma das modalidades exigidas na disciplina de Educação Física!).
Os netos foram sua paixão. Não disse um "não", e fez estrupulias inesquecíveis (ex: subiu no telhado com os dois menores, 2 e 5 anos, e depois para descer foi preciso mobilizar várias pessoas, e quando perguntei, depois de todo o sufoco (e o perigo) que foi a descida :"Pai, por que o sr. fez isso?????" " Eles pediram, e vc sabe que eu não sei dizer não...").
Sim, eu sabia muito bem, e como sabia! Cada pequeno feito meu foi uma grande glória para ele.
Deve haver, em algum lugar distante (pouquíssimos) pais como ele, mas avô igual, desconheço.
Nunca disse "Pai, eu te amo muito!", mas sei que ele viu e sentiu esse amor! Parabéns, paizinho!

quinta-feira, 28 de maio de 2009

Pensando nos filhos...

Sempre que faço minha caminhada sozinha, converso muito com Deus.
Agradeço, peço, rezo. Quando sei que alguém não está bem, é nesse momento que procuro focá-lo, fazendo orações e pensando positivamente. Pensei em amigos que estão enfrentando momentos complicados...
Chego a passar por antipática ou desligada, porque não vejo as pessoas.
É um hábito de mais de 20 anos, que cultivo com amor e prazer, por isso adoro caminhar só.
Vou percebendo os presentes que Ele envia, e sentindo a presença e o conforto que isso provoca.
Hoje, ganhei uma revoada de patos, dizendo bom dia à natureza e nadando felizes.
Fui tomada por uma nostalgia..., e meus filhos chegaram à minha lembrança. Emocionei-me com tantas coisas...
Pensei nas zilhões de vezes que respondi à pergunta: "quantos filhos você tem?"
"Tres. Dois meninos e uma menina. Uma filha e dois filhos. Tres crianças. Tres adolescentes. Tres adultos. Tres bençãos."
Amo. Amo. Amo. Cada um com um temperamento e uma característica. Tão iguais e tão diferentes. Inteligência, sagacidade, timidez, peraltice...
Recordei as viagens deliciosas de quando "eram pequenos";
a falta que senti quando parei de amamentar,
quando não cabiam mais no colo,
quando não vinham pedir mais para dormir na nossa cama, dizendo:"só hoje mamãe, tô com medo!';
ou quando pediam: "conta mais uma história, mamãe, o sono não chegou ainda...";
qdo foram pela primeira vez na "Florestinha" e quando saíram dela;
quando a bagunça era tanta que eu acabava "achando Herodes natural", como diz a canção;
quando passou aquela correria do "leva e traz", que cheguei a pensar que não teria fim;
competições;
festas, etc, etc...
enfim, retrospectiva "filharal !"
Acertei e errei. Fiz o que achava ser o melhor e o que me foi possível fazer. Penso que acertei muito mais que errei, e fiquei com a sensação deliciosa que "meus filhos são os melhores do mundo!!!"



domingo, 24 de maio de 2009

Realidade Registrada

-Viena é soberba, não tem palavra melhor para descrevê-la.
Como diz minha filha, "não dá para acreditar que essa cidade é "de verdade"! "
-Tivemos a honra de assistir (presenciar, comparecer, testemunhar...) três espetáculos inesquecíveis: um concerto de Mozart, um balé (Romeu e Julieta) na Ópera de Viena, um local fascinante , e um concerto sacro na Catedral de Notre Dame em Paris. Foram três sonhos concretizados! Merecem posts individuais.
-Os vienenses falam muito baixo, impressionante, quase só cochicham!
-Fumam demais, em qualquer lugar, não há local reservado para não fumantes. Percebi que as mulheres fumam tanto ou mais que os homens, e não há discriminação de idade.
-Penso que só pode ser culpa da globalização: os jovens e os não tão jovens não se preocupam muito com a limpeza ou conservação do metrô ou das ruas e avenidas; não constantemente, mas jogam em qualquer lugar as tampas de garrafas, latas de refri, papéis, sem a menor cerimônia.
-As descargas dos banheiros apresentam dois botões: um para o número 1 e outro para o número 2. Como economia de água, muito dez!
-O funcionamento do metrô é excelente, só que como já observei, não são tão limpos.
-O serviço bancário deixa a desejar. O nosso é muito mais eficiente.
-Bratislava, capital da Eslováquia, foi a cidade mais limpa que conheci. As ruas são inacreditáveis, os cafés, restaurantes e banheiros também. Ficamos apaixonados pela cidade, que já faz parte do MCE, desenvolveu-se muito nos últimos 40 anos e exageradamente nos últimos 10; os preços das bebidas e comidas são muito inferiores aos das outras cidades. Tem uma vida noturna agitada e "é uma Veneza sem água", palavras do maridão. Chegamos à cidade via barco, pelo Rio Danúbio. Deslumbrante. Estava muito frio e chovendo, mas aos poucos o Sol foi dando seu ar da graça, e nos surpreendemos com a simpatia e alegria da cidade.
-Veneza e Paris também vão ganhar posts exclusivos!
Arrivederci!

sábado, 23 de maio de 2009

Viena..Veneza..Budapest..Bratislava..Paris

Estava doida para reler, rapidinho, Budapest do Chico. Pensei que já estivesse em cartaz, mas errei. Estou com saudade de cinema, acho que nunca fiquei mais de uma semana sem marcar presença. Hoje vou ver "Divã" ou "Anjos e Demônios", aquele que combinar com meu horário!
Duas frases do livro que me chamaram muito a atenção:
"...aumentei o volume, mas a locução era em húngaro, única língua do mundo que, segundo as más línguas, o diabo respeita."(verdade presenciada)
"...diferente do amor, que extravasa a toda hora, a amizade precisa ter seus diques."( isso é muito Chico, demais!)
Li o livro em 2003, e conheci Budapest agora. Budapest é a junção de duas cidades, Buda (com cadeias montanhosas) e Peste (plana) e mais o Rio Danúbio que divide as duas. É uma cidade pré-histórica (não me lembro se conservo ou não o hífen!), que sofreu com guerras, massacres e destruições, e apesar de ter sido reduzida a escombros várias vezes, sempre teve forças p/ renascer. Ela não faz parte do MCE, tem a sua moeda, e a classifquei como prima em segundo grau de Viena. Porque sim. Recebemos dois mapas-guias (olha o hífen novamente!), um diurno e outro noturno. À noite, a cidade ferve, e durante o dia é um agito bom; gostei da culinária local e a língua é mesmo como disse o Chico; um exagero de acento ortográfico, existem outras letras que não fazem parte do nosso alfabeto e por conta disso tudo a comunicação não é nada fácil.
Um momento ótimo para ser relembrado: estávamos quase perdendo nosso ônibus para voltar à Viena, e eu pedia informação sobre nosso ponto, dizendo como a guia me havia ensinado: "Se vocês se perderem, diga, Please, Platz Elizabeth!", que algúem te ensina o caminho. Eu falava com calma, com voz forte, com raiva, e nada, ninguém me entendia. Parecia que eu havia caído de um disco voador, as pessoas me olhavam e só faziam o sinal de não sei com a cabeça...Foi hilário, sim, mas só depois que sentamos no ônibus com 2 minutos de "adiantamento"; o ônibus partia às 17:15 e sentamos no nosso banco às 17:13...
Se meu marido não estivesse com o mapa, e apontasse o local com o dedo, teríamos "perdido a condução", "comprado um pernoite (ou per-noite????) em Buda, ou Pest?" e "deixado nossa filha completamente descabelada!"
Budapest, tive muito prazer em conhecê-la!
Por que iniciei minhas observações falando de Budapest?????
I don´t know, uow uow uow...

sexta-feira, 22 de maio de 2009

"Estou voltando pra casa!"

Férias deliciosas, posso afirmar sem medo! Sabe quando tudo dá certo? Amei, ou melhor, amamos!!! Foi demais, e cheguei com a corda toda. Vou despejar minhas alegrias, observações e façanhas. Assim que o tempo deixar...mas como? Ah, lembrei, quem faz o tempo sou eu, pois "tempo é questão de prioridade", então tá, primeiro dessarumar as malas...Mas estou c/ muita vontade de dividir, que já já eu começo!

Livros, meu relax n. 1:2016,2015,2014,2013, 2012, 2011, 2010 , 2009

  • Vivências de um psicanalista
  • Um sentido para a vida
  • Sobre a amizade e outros diálogos
  • Segredos e atalhos do iPad - 2011
  • Quase tudo
  • Putz, virei minha mãe!
  • Purgatório
  • Psicanálise dos Milagres de Cristo - 2011
  • Poemas completos de Alberto Caieiro
  • Pense Magro
  • Pensar é transgredir
  • Os catadores de conchas
  • O show do eu
  • O mundo pós-aniversário
  • O monge e o executivo
  • O menino do pijama listrado
  • O livro das ignorãças
  • O livro da sabedoria
  • O estrangeiro
  • O caçador de pipas
  • O brincar e a realidade
  • No divã do Gikovate
  • Niketche - 2011
  • Nietzsche para estressados - 2011
  • Na presença do sentido
  • Millenium
  • Mentes Perigosas
  • Memórias das minhas putas tristes
  • Me larga!
  • Marley e eu
  • Mamãe, posso namorar pelado?
  • Mamãe e o sentido da vida - 2011
  • Longe daqui
  • Leite derramado
  • Ilha Deserta - Livros
  • Ilha Deserta - Filmes
  • Histórias das minhas putas tristes
  • Hamlet
  • Freud - Vol.XIV - 2011
  • Freud - Vol. XXIII
  • Freud - Vol. XXII - 2011
  • Freud - Vol. XXI
  • Freud - Vol. XVIII - 2011
  • Freud - Vol. XVII
  • Freud - Vol. XIX - 2011
  • Freud - Vol. XII
  • Freud - Vol. XI
  • Freud - Vol. VII
  • Freud - Vol. V - 2012
  • Freud - Vol. IX
  • Fora de mim - 2011
  • Família de alta perfomance
  • Fadas no divã, Diana L. Corso e Mario Corso
  • Fadas no divã
  • Eu sei que vou te amar
  • Enquanto o amor não vem
  • Doidas e santas
  • Divã
  • De frente para o Sol - 2011
  • Crime e castigo
  • Conversas sobre terapia
  • Contra um mundo melhor -2011
  • Comer,rezar,amar
  • Cartas a um jovem poeta
  • Caim
  • As pequenas memórias
  • As intermitências da morte
  • Amor é prosa, sexo é poesia
  • Alter Ego
  • Agape - 2011
  • Aforismos - 2011
  • A trama do equilibrio psiquico
  • A sabedoria dos mitos gregos - Aprender a Viver II - 2011
  • A sabedoria da vida
  • A idade dos milagres
  • A história de Edgard Sawtelle
  • A doçura do mundo - 2011
  • A cidade do sol
  • A Cabana
  • 2016-Verdades e Mentiras, Cortella, Dimenstein, Karnal e Pondé
  • 2016-Pressentimentos e suspeitas, Ivo Storniolo
  • 2016-O poder do discurso materno, Laura Gutman
  • 2016-O oitavo selo, Heloisa Seixas
  • 2016-O ano do pensamento mágico, Joan Didion
  • 2016-Mulheres de cinza, Mia Couto
  • 2016-Freud, obras completas, vol. 18
  • 2016-Felicidade ou Morte, Clovis de Barros Filho e Karnal
  • 2016-Enclausurado, Mc Ewan
  • 2016-Dias de abandono, Elena Ferrante
  • 2016-Depois a louca sou eu, Tati Bernardes
  • 2016-Como eu era antes de você, Jojo Moyes
  • 2016-Ah, que bom que eu sei, Brugitte Gross e Jakob Scheneider
  • 2016-A Peste, Albert Camus
  • 2016-A noite do meu bem, Ruy Castro
  • 2016-A felicidade é fácil , Edney Silvestre, Segunda Leitura
  • 2016-A árvore familiar, Denny Johnson
  • 2016-A alma imoral, Nilton Bonder
  • 2016- O livro dos insultos, H.L. Mencken
  • 2015-Tomar a vida nas próprias mãos , Gudrun Burkhard
  • 2015-Pimentas, Rubem Alves
  • 2015-Pequeno tratado das grandes virtudes - André Comte-Sponville
  • 2015-Pai rico pai pobre - Robert T. Kiyosaki
  • 2015-Os amigos, Hamlet L. Quintana
  • 2015-Onde foi que eu acertei? Francisco Daudt
  • 2015-O sol é para todos", Harper Lee
  • 2015-O que a vida me ensinou, Mario Cortella
  • 2015-O incolor Takurukami..., Haruki Murakami
  • 2015-O brilho do bronze, Boris Fausto
  • 2015-Numero Zero, Umberto Eco
  • 2015-Na berma de nenhuma estrada, Mia Couto
  • 2015-Interpretação e manejo na Clínica Wiicottiana, Ela O. Dias
  • 2015-Dom Quixote, Miguel de Cervantes
  • 2015-Diga aos lobos que estou em casa, Carol R. Brunt
  • 2015-Criaturas de um dia, Irvin Yalom
  • 2015-Como envelhecer, Anne Karpf
  • 2015-As pequenas virtudes, Natalia Ginzburg
  • 2015-A visita cruel do tempo, Jennifer Egan
  • 2015-A mágica da arrumação , Marie Kondo
  • 2015-A grande arrete de ser feliz, Rubem Alves
  • 2015-A filosofia de Rudolf Steiner e a crise dompensamento contemporâneo, Andrew Welburn
  • 2015- Pensar bem nos faz bem, M. S. Cortella
  • 2015- Nao nascemos prontos, M. S. Cortella
  • 2014-Uns cheios, outros em vão, Heloísa Seixas
  • 2014-Um rio chamado tempo, uma casa chamada terra, Mia Couto
  • 2014-Totem e Tabu, S. Freud
  • 2014-Textos de Winnicott
  • 2014-Textos de Pichon Riviere
  • 2014-Textos de Grupos, uma visáo psicanalítica
  • 2014-Textos de Bion
  • 2014-O segredo do meu marido, L . Moriestay
  • 2014-O retrato de Dorian Gray, Oscar Wilde
  • 2014-O nome próprio, Francisco Martins
  • 2014-O fotógrafo, Cristóvão Tezza
  • 2014-Fim, Fernanda Torres
  • 2014-Ensaio sobre a mentira, José Outeiral
  • 2014-Do universo à jabuticaba, Rubem Alves
  • 2014-Conhece-te a ti mesmo, José Outeiral
  • 2014-Adultescer, J. Outeiral
  • 2014-A revolta do corpo, Alice Miller
  • 2014-A festa da insignificância, Milan Kundera
  • 2014-A Ciranda das Mulheres Sábias, Clarissa P. Estés
  • 2014-1Q84, Vol. IIIHaruki Murakami
  • 2013 - Voce já pensou em escrever um livro?
  • 2013 - Subliminar
  • 2013 - Sr. Psicólogo, diga-me como ser feliz
  • 2013 - Por que você é minha - I
  • 2013 - Por que você é minha - II
  • 2013 - Por favor, cuide da mamãe
  • 2013 - Os quatro vínculos
  • 2013 - O Rabino e o Psicanalista
  • 2013 - O psicanalista vai ao cinema
  • 2013 - O oceano no fim do caminho
  • 2013 - O fio das missangas
  • 2013 - Nu, de botas.
  • 2013 - Inferno
  • 2013 - Filosofando no Cinema
  • 2013 - Elogio da mentira
  • 2013 - A vida que vale a pena ser vivida
  • 2013 - A graça da coisa
  • 2013 - A arte de amar
  • 2013 - 1Q84 Vol. II
  • 2013 - 1Q84
  • 2012 - Se eu fechar meus olhos agora
  • 2012 - Rimas de Vida e de Morte
  • 2012 - Profissão: Bebê
  • 2012 - Os sentidos da vida
  • 2012 - O retorno do jovem príncipe
  • 2012 - O clube do filme
  • 2012 - O amor companheiro
  • 2012 - Mulher Desiludida
  • 2012 - Fragmentos Clínicos de Psicanálise
  • 2012 - Feliz por nada
  • 2012 - É tudo tão simples
  • 2012 - Depressão:dos sintomas ao tratamento
  • 2012 - Como manter a mente sã
  • 2012 - Como deixar de ser gordo
  • 2012 - Como amar uma criança
  • 2012 - A queda
  • 2012 - A poesia do encontro
  • 2012 - A felicidade é fácil
  • 2012 - A elegância do ouriço
  • 2012 - A criação, segundo Freud