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terça-feira, 30 de abril de 2013

A estante do meu pai. Parte II.

Continuo na labuta. Desvencilhei de muitos livros, e tenho a sensação de que alguns brotaram há pouco. Aumentou minha ansiedade para colocar um fim. Mas não estou conseguindo finalizar.
Quantos filmes passaram na minha memória...
Quero que essa arrumação se transforme em uma coisa normal, corriqueira, até banal, mas está impossível! Estou trabalhando nisso como se uma tormenta  tivesse entrado pela porta de casa, e as águas não se vão, só aumentam, e amedrontam-me muito. Muito.
(ObjetosexternosXobjetosinternosXinconscienteXimpulsosXpulsãodemorteXpulsãodevidaXmeudeusdocéumeajuda!)

sábado, 27 de abril de 2013

A estante do meu pai.

Desde há muito tempo, 12 anos, não consigo desmontar uma estante, abarrotada de livros, que trouxe prá minha casa quando meu pai faleceu.
É interessante: sempre que empurro a porta, sinto uma necessidade louca de retirar todos os livros que não serão mais lidos por mim, amarelados, com cheiro e sabor de velhos. Não vou mais lê-los, uma certeza e um direito.
Outros, que talvez voltem para o mesmo lugar, mas que precisam ser  abertos, manuseados, tocados, para que eu possa dar um lugar a eles, se assim o merecerem. Tarefa difcílima, o x da questão.
Chegou o dia.
 Mesmo? Como foi?  Planejou muito?
Comecei do nada (?).  Sem planos ou promessas. Retirei todos, fiz pilhas no chão, sorri, sentei e chorei.  Não sabia (sei) continuar. Estou mexida e remexida, assim como eles. Também estou no chão. Preciso dar um norte a todos, como sempre. Relí alguns, redescobri tesouros, perdi algumas jóias. São mais de 50 anos de palavras e símbolos unidos, reunidos e guardados, tomando um espaço enorme, que já não lhes pertence (?). Coisas do hoje querem entrar nessa estante. Precisam desse lugar. Quem ganhará o espaço? Quem terá o direito de viver alí? Não sei. Só sinto: Alegria, Tristeza, Saudade, Nostalgia, Dor e Amor.
( Insight da hora: transformação de objeto externo em interno. My God!!!  Freud e Winni, será isso então toda essa ladainha???)

quinta-feira, 23 de junho de 2011

"Pai, começa o começo!"

Recebi esse texto de uma amiga, enviei para algumas pessoas, e todas me responderam muito emocionadas. Chorei quando lí, lembrei de meu pai "começando"  uma laranja, uma tangerina, descascando melancia, descascando castanhas portuguesas no Natal (delícia que eu adoro e em todos esses Natais que passei sem ele, assim que vou comer a primeira castanha, meus olhos marejam, pois a memória é gritante de perfeita), e tantos outros "começos" inesquecíveis...
Quando eu era criança e pegava uma tangerina para descascar, corria

para meu pai e pedia: - “Pai, começa o começo!”. O que eu queria era

que ele fizesse o primeiro rasgo na casca, o mais difícil e resistente

para as minhas pequenas mãos. Depois, sorridente, ele sempre acabava

descascando toda a fruta para mim. Mas, outras vezes, eu mesmo tirava

o restante da casca a partir daquele primeiro rasgo providencial que

ele havia feito.Meu pai faleceu há muito tempo (e há anos, muitos, aliás) não sou mais

criança. Mesmo assim, sinto grande desejo de tê-lo ainda ao meu lado

para, pelo menos, “começar o começo” de tantas cascas duras que

encontro pelo caminho. Hoje, minhas “tangerinas” são outras. Preciso

“descascar” as dificuldades do trabalho, os obstáculos dos

relacionamentos com amigos, os problemas no núcleo familiar, o esforço

diário que é a construção do casamento, os retoques e pinceladas de
sabedoria na imensa arte de viabilizar filhos realizados e felizes, ou
então, o enfrentamento sempre tão difícil de doenças, perdas, traumas,
separações, mortes, dificuldades financeiras e, até mesmo, as dúvidas
e conflitos que nos afligem diante de decisões e desafios.

Em certas ocasiões, minhas tangerinas transformam-se em enormes abacaxis......
Lembro-me, então, que a segurança de ser atendido pelo papai quando

lhe pedia para “começar o começo” era o que me dava a certeza que

conseguiria chegar até ao último pedacinho da casca e saborear a

fruta. O carinho e a atenção que eu recebia do meu pai me levaram a

pedir ajuda a Deus, meu Pai do Céu, que nunca morre e sempre está ao

meu lado. Meu pai terreno me ensinou que Deus, o Pai do Céu, é eterno

e que Seu amor é a garantia das nossas vitórias.


sábado, 20 de novembro de 2010

Uma Aprendizagem

ou O Livro dos Prazeres, Clarice Lispector.


Há muito não encontro um livro de cabeceira, e agora re-encontrei. Que delícia!


Quando criança, Monteiro Lobato "morava" no meu criado-mudo; ganhei a Coleção Verde do meu pai: 17 volumes! Fiquei agradecida e encantada por anos. Lia toda noite, e quando terminava um deles, sentia aquela alegria infantil indescritível; iniciava outro, com uma alegria ainda maior (e alguns "letrados" deste país estão tentando convencer aqueles que lêem, que Lobato era preconceituoso, que não deveria ser lido pelas crianças; L. Luft, F. Gullar entre outros já o defenderam sabiamente, grazie a Dio!). Lí para meus lilhos quando pequenos, eles se interessaram em ler na época do Sítio do Pica-Pau Amarelo, e esses dias, com essa polêmica em ação, reabri o "Reinações de Narizinho". Que aperto senti no peito...saudades de uma época...de uma casa...de um quarto...do meu pai!




Na adolescência tive a fase da poesia do C. de Abreu, do Neruda, do Vinícius; M. de Assis, José de Alencar, Eça de Queirós, Jorge Amado, Veríssimo, e tantos outros que eram lidos com a luz fraca do abajour.


O tempo foi andando... universidade, casamento, filhos, e novos autores foram chegando, abrindo seus espaços e fazendo parte da minha vida. Continuo rodeada por eles.




Fui conhecendo Clarice aos poucos, e agora tive um envolvimento marcante; este livro é um hino ao amor, onde uma mulher (Lóri), faz uma longa viagem ao mais profundo de si mesma e chega à consciência total de ser; um homem (Ulisses), professor de filosofia, que possui fórmulas para explicar o mundo, transforma-se em algo mais simples, um homem simples. Um livro que se fecha com dois pontos a narrativa que começara com uma vírgula.


"...existir é tão completamente fora do comum que se a consciência de existir demorasse mais de alguns segundos, nós enlouqueceríamos".

sábado, 30 de maio de 2009

85 anos

Meu pai nasceu em 1924 e faleceu em 2001.
Hj tenho uma saudade gostosa, já foi doída demais. Ele não preparou sua saída de cena, foi muito rápido. Em dois meses adoeceu e morreu.
Tinha um conhecimento e uma memória invejáveis.
Lia demais: assinava 3 revistas mensais, e 3 jornais diários. Lia tudo de cabo a rabo. Até os classificados.
Machado de Assis e Eça de Queirós foram seus preferidos. Mas leu todos os clássicos e os não tão clássicos, fez parte do "Clube do Livro", nessa época chegavam 2 livros por mês (que eram consumidos em poucos dias) e adquiriu inúmeras coleções: Monteiro Lobato, Tesouro da Juventude, Barsa e outros. Confirmo que leu todos. Leu a Bíblia, acreditava em Deus, mas não era religioso. Apenas no dia da Epifania comparecia à Missa.
Época de prova, era com ele mesmo que eu (como meus filhos mais tarde), tirávamos dúvidas de História, Geografia, Conhecimentos Gerais e até Matemática.
A paciência era enorme, e o sossego também. Não tinha pressa, dirigia MUITO devagar, não foi bom motorista. Era de pouca conversa e de poucos amigos. Não curtia viagens nem festas. Chegou a tentar um baralho, por insistência dos vizinhos, mas foi um fracasso; dormia na mesa, descartava a carta da canastra. Foi dispensado, para sua satisfação. Sempre gostou de dormir cedo e madrugava.
Foi muito caseiro. Quando alguém dizia que adorava uma "beira de rio", ele retrucava: "adoro a beira de casa".
Foi um garoto sofrido, ficou órfão aos 9 anos, era o mais velho de quatro irmãos. "Recordar é sofrer duas vezes", dizia quando alguém perguntava sobre sua infância. Quem contava as mazelas eram meus tios. Chorei muito ao ouvir as histórias. Ele não lamentava nada e fez-se completamente sozinho. Teve uma família dispersa, sem amor e sem união. Viveram separados, e com pouco contato.
Entrou para o Exército com 18 anos. Foi um militar diferente, não sei explicar, mas foi diferente.
Assim que casou-se com minha mãe, foi transferido para o interior, e aqui viveu. Quando faleceu, completariam 51 anos de casados. Foram felizes.
Amou demais essa filha (única), chegou a sufocá-la, confesso, tentando impedir qualquer sofrimento (crescimento).
De repente, um milagre: quando resolvi prestar vestibular fora da nossa cidade, deu o maior apoio. "Passei, pai, meu nome tá na lista!" Sei que sofreu muito com a nossa separação pela distância, mas nunca demonstrou. Sempre firme e me insentivando nos momentos de fraqueza. Foi o presente que faltava: na sua sabedoria, sentiu que o momento havia chegado, a filhinha precisava crescer, aprender "a se virar".
Eu não sabia fazer nada. Nada? NADA. Nem nadar.
Aprendi a arrumar cama, casa, a cozinhar e lavar/passar (nesse último fiquei de segunda época, exame e fui reprovada. Até hoje não fui aprovada).
Também aprendi a nadar (natação era uma das modalidades exigidas na disciplina de Educação Física!).
Os netos foram sua paixão. Não disse um "não", e fez estrupulias inesquecíveis (ex: subiu no telhado com os dois menores, 2 e 5 anos, e depois para descer foi preciso mobilizar várias pessoas, e quando perguntei, depois de todo o sufoco (e o perigo) que foi a descida :"Pai, por que o sr. fez isso?????" " Eles pediram, e vc sabe que eu não sei dizer não...").
Sim, eu sabia muito bem, e como sabia! Cada pequeno feito meu foi uma grande glória para ele.
Deve haver, em algum lugar distante (pouquíssimos) pais como ele, mas avô igual, desconheço.
Nunca disse "Pai, eu te amo muito!", mas sei que ele viu e sentiu esse amor! Parabéns, paizinho!

Livros, meu relax n. 1:2016,2015,2014,2013, 2012, 2011, 2010 , 2009

  • Vivências de um psicanalista
  • Um sentido para a vida
  • Sobre a amizade e outros diálogos
  • Segredos e atalhos do iPad - 2011
  • Quase tudo
  • Putz, virei minha mãe!
  • Purgatório
  • Psicanálise dos Milagres de Cristo - 2011
  • Poemas completos de Alberto Caieiro
  • Pense Magro
  • Pensar é transgredir
  • Os catadores de conchas
  • O show do eu
  • O mundo pós-aniversário
  • O monge e o executivo
  • O menino do pijama listrado
  • O livro das ignorãças
  • O livro da sabedoria
  • O estrangeiro
  • O caçador de pipas
  • O brincar e a realidade
  • No divã do Gikovate
  • Niketche - 2011
  • Nietzsche para estressados - 2011
  • Na presença do sentido
  • Millenium
  • Mentes Perigosas
  • Memórias das minhas putas tristes
  • Me larga!
  • Marley e eu
  • Mamãe, posso namorar pelado?
  • Mamãe e o sentido da vida - 2011
  • Longe daqui
  • Leite derramado
  • Ilha Deserta - Livros
  • Ilha Deserta - Filmes
  • Histórias das minhas putas tristes
  • Hamlet
  • Freud - Vol.XIV - 2011
  • Freud - Vol. XXIII
  • Freud - Vol. XXII - 2011
  • Freud - Vol. XXI
  • Freud - Vol. XVIII - 2011
  • Freud - Vol. XVII
  • Freud - Vol. XIX - 2011
  • Freud - Vol. XII
  • Freud - Vol. XI
  • Freud - Vol. VII
  • Freud - Vol. V - 2012
  • Freud - Vol. IX
  • Fora de mim - 2011
  • Família de alta perfomance
  • Fadas no divã, Diana L. Corso e Mario Corso
  • Fadas no divã
  • Eu sei que vou te amar
  • Enquanto o amor não vem
  • Doidas e santas
  • Divã
  • De frente para o Sol - 2011
  • Crime e castigo
  • Conversas sobre terapia
  • Contra um mundo melhor -2011
  • Comer,rezar,amar
  • Cartas a um jovem poeta
  • Caim
  • As pequenas memórias
  • As intermitências da morte
  • Amor é prosa, sexo é poesia
  • Alter Ego
  • Agape - 2011
  • Aforismos - 2011
  • A trama do equilibrio psiquico
  • A sabedoria dos mitos gregos - Aprender a Viver II - 2011
  • A sabedoria da vida
  • A idade dos milagres
  • A história de Edgard Sawtelle
  • A doçura do mundo - 2011
  • A cidade do sol
  • A Cabana
  • 2016-Verdades e Mentiras, Cortella, Dimenstein, Karnal e Pondé
  • 2016-Pressentimentos e suspeitas, Ivo Storniolo
  • 2016-O poder do discurso materno, Laura Gutman
  • 2016-O oitavo selo, Heloisa Seixas
  • 2016-O ano do pensamento mágico, Joan Didion
  • 2016-Mulheres de cinza, Mia Couto
  • 2016-Freud, obras completas, vol. 18
  • 2016-Felicidade ou Morte, Clovis de Barros Filho e Karnal
  • 2016-Enclausurado, Mc Ewan
  • 2016-Dias de abandono, Elena Ferrante
  • 2016-Depois a louca sou eu, Tati Bernardes
  • 2016-Como eu era antes de você, Jojo Moyes
  • 2016-Ah, que bom que eu sei, Brugitte Gross e Jakob Scheneider
  • 2016-A Peste, Albert Camus
  • 2016-A noite do meu bem, Ruy Castro
  • 2016-A felicidade é fácil , Edney Silvestre, Segunda Leitura
  • 2016-A árvore familiar, Denny Johnson
  • 2016-A alma imoral, Nilton Bonder
  • 2016- O livro dos insultos, H.L. Mencken
  • 2015-Tomar a vida nas próprias mãos , Gudrun Burkhard
  • 2015-Pimentas, Rubem Alves
  • 2015-Pequeno tratado das grandes virtudes - André Comte-Sponville
  • 2015-Pai rico pai pobre - Robert T. Kiyosaki
  • 2015-Os amigos, Hamlet L. Quintana
  • 2015-Onde foi que eu acertei? Francisco Daudt
  • 2015-O sol é para todos", Harper Lee
  • 2015-O que a vida me ensinou, Mario Cortella
  • 2015-O incolor Takurukami..., Haruki Murakami
  • 2015-O brilho do bronze, Boris Fausto
  • 2015-Numero Zero, Umberto Eco
  • 2015-Na berma de nenhuma estrada, Mia Couto
  • 2015-Interpretação e manejo na Clínica Wiicottiana, Ela O. Dias
  • 2015-Dom Quixote, Miguel de Cervantes
  • 2015-Diga aos lobos que estou em casa, Carol R. Brunt
  • 2015-Criaturas de um dia, Irvin Yalom
  • 2015-Como envelhecer, Anne Karpf
  • 2015-As pequenas virtudes, Natalia Ginzburg
  • 2015-A visita cruel do tempo, Jennifer Egan
  • 2015-A mágica da arrumação , Marie Kondo
  • 2015-A grande arrete de ser feliz, Rubem Alves
  • 2015-A filosofia de Rudolf Steiner e a crise dompensamento contemporâneo, Andrew Welburn
  • 2015- Pensar bem nos faz bem, M. S. Cortella
  • 2015- Nao nascemos prontos, M. S. Cortella
  • 2014-Uns cheios, outros em vão, Heloísa Seixas
  • 2014-Um rio chamado tempo, uma casa chamada terra, Mia Couto
  • 2014-Totem e Tabu, S. Freud
  • 2014-Textos de Winnicott
  • 2014-Textos de Pichon Riviere
  • 2014-Textos de Grupos, uma visáo psicanalítica
  • 2014-Textos de Bion
  • 2014-O segredo do meu marido, L . Moriestay
  • 2014-O retrato de Dorian Gray, Oscar Wilde
  • 2014-O nome próprio, Francisco Martins
  • 2014-O fotógrafo, Cristóvão Tezza
  • 2014-Fim, Fernanda Torres
  • 2014-Ensaio sobre a mentira, José Outeiral
  • 2014-Do universo à jabuticaba, Rubem Alves
  • 2014-Conhece-te a ti mesmo, José Outeiral
  • 2014-Adultescer, J. Outeiral
  • 2014-A revolta do corpo, Alice Miller
  • 2014-A festa da insignificância, Milan Kundera
  • 2014-A Ciranda das Mulheres Sábias, Clarissa P. Estés
  • 2014-1Q84, Vol. IIIHaruki Murakami
  • 2013 - Voce já pensou em escrever um livro?
  • 2013 - Subliminar
  • 2013 - Sr. Psicólogo, diga-me como ser feliz
  • 2013 - Por que você é minha - I
  • 2013 - Por que você é minha - II
  • 2013 - Por favor, cuide da mamãe
  • 2013 - Os quatro vínculos
  • 2013 - O Rabino e o Psicanalista
  • 2013 - O psicanalista vai ao cinema
  • 2013 - O oceano no fim do caminho
  • 2013 - O fio das missangas
  • 2013 - Nu, de botas.
  • 2013 - Inferno
  • 2013 - Filosofando no Cinema
  • 2013 - Elogio da mentira
  • 2013 - A vida que vale a pena ser vivida
  • 2013 - A graça da coisa
  • 2013 - A arte de amar
  • 2013 - 1Q84 Vol. II
  • 2013 - 1Q84
  • 2012 - Se eu fechar meus olhos agora
  • 2012 - Rimas de Vida e de Morte
  • 2012 - Profissão: Bebê
  • 2012 - Os sentidos da vida
  • 2012 - O retorno do jovem príncipe
  • 2012 - O clube do filme
  • 2012 - O amor companheiro
  • 2012 - Mulher Desiludida
  • 2012 - Fragmentos Clínicos de Psicanálise
  • 2012 - Feliz por nada
  • 2012 - É tudo tão simples
  • 2012 - Depressão:dos sintomas ao tratamento
  • 2012 - Como manter a mente sã
  • 2012 - Como deixar de ser gordo
  • 2012 - Como amar uma criança
  • 2012 - A queda
  • 2012 - A poesia do encontro
  • 2012 - A felicidade é fácil
  • 2012 - A elegância do ouriço
  • 2012 - A criação, segundo Freud