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sexta-feira, 21 de outubro de 2011

"Não- lugares"

Refletindo em grupo um texto excelente (psicanalítico) sobre a "Infância Roubada", fiquei tentada a resumí-lo.
Os autores desenvolvem um pensamento sobre os "não-lugares", utilizando idéias de rapidez, transitoriedade, não pertinência, próprias desse novo termo.
Interessante pensar como a comunicação instantânea, transmitida o tempo todo pela mídia e publicidade, cria  novas formas de desejo a serem satisfeitas pelos filhos e pelos pais.
Marc Augé define" não-lugares", os lugares mais habitados na sociedade pós-moderna, os lugares de trânsito, de passagem, de pouco investimento afetivo, como  as ruas, os shoppings, os aeroportos, os hotéis, etc, onde a vida transcorre sem que haja um sentimento de pertencer, de pertinência.
A casa, a cidade, a pátria sempre foram nossos lugares investidos de sentido, de amor e de afeto. Hoje constatamos o sentimento de solidão que impregna a sociedade contemporânea. É um sentimento que se configura exatamente pela impossibidade de construir laços afetivos.
A infância hoje é prejudicada pela falta do tempo mágico, das fantasias, dos "faz-de-conta", pois o futuro atravessa a imaginação dos adultos. Os pais dos pequenos  pensam no sucesso dos filhos lá na vida adulta, incentivando desde cedo a competição, a aparência, etc.
 Criança não tem tempo de ser criança, "precisa pensar no futuro", precisa com 2 anos  "estudar na melhor escola", vestir "marcas", serem acima da média em alguma coisa.
Estamos dando espaço e tempo para o desenvolvimento da crianças? Meninas com 8 anos frequentando salões de beleza?  Meninos (as) de 5 anos escolhendo iPad, celulares? Todos vivendo uma antecipação da problemática adolescência, com angústias infinitas, sem "lugar" para suportar.
Pulam da infância para a adolescência queimando etapas. As fantasias com as fadas, bruxas, príncipes e princesas são trocadas pelos ideais de consumo, pela beleza, pelo sucesso.
Paro minha reflexão por aqui. ( Autores do texto: Myrna P. Favilli, Bernardo Tanis, M. Celina P.S.A.Mello)
A infância é um tempo de treino para o viver, e que tende a se esgarçar nos tempos modernos.(a frase foi copiada do texto)

24 comentários:

  1. Bem apropriado querida! Rudolf Stneir também aborda o tema de uma forma que para mim, faz muito sentido. Na primeira infância aprendemos a construir laços afetivos, a nos socializar. Ao impormos às crianças os saberes, de certa forma deformamos suas almas, que sem o amadurecimento necessário, lá na frente perde-se muito em matéria de ser humano. Esgarçar esse treino é ter um futuro sem gentileza, humanidade, amor e um ser humano + feliz... (Estudos mostram que animais que são separados de suas mães, ficam com uma quebra em seus traços de comportamento, pois não aprenderam a se socializar... Acredito que o mesmo se aplica à nossa infância.) Beijo querida!!

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  2. Sonica,
    Imagino que a discussão deve ter sido muito boa.
    Com efeito, hoje a "infância roubada" é uma triste realidade. As etapas são puladas a todo o instante, a começar pelas meninas pequenas usando sapatos de salto, indo a salões de beleza ... Os valores são invertidos, e a afetividade e sociabilidade ficam em último plano.
    Beijo.

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  3. PERFEITO!
    Vou levar para a Escola onde trabalho :)

    Um finde maravilhoso pra vc, com prazer de balanço, imaginação, comidinha de terra em panelinha de brinquedo, colo de mãe, abraço de pai, cheiro de bolo e as cores do arco-íris.

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  4. Muito verdadeiro o texto. Outro dia fiz um post falando sobre o assunto. Infância mesmo foi a que tivemos com tudo o que uma criança tem direito. O brincar DEVE fazer parte do cotidiano de qualquer criança, é a través das brincadeiras que ela aprende, desenvolve os sentidos, coordenação, socializa, aprende regras...

    Um ótimo final de semana!
    Abs,

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  5. Olá,
    Bem-vinda a meu recanto! Vim retribuir sua visita e achei seu espaço muito interessante, por isso já me instalei.

    Concordo plenamente com o artigo. Ele traz uma visão bem real do que as crianças perdem na atualidade, ou seja, a oportunidade de vivenciarem suas infâncias como crianças, desfrutando dos prazeres inerentes a esta fase tão maravilhosa. Uma infância bem vivida transforma-se num tesouro incalculável.
    Tenha um ótimo final de semana.
    Volte sempre.
    Beijo.

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  6. Querida, não entendo como passo tanto tempo sem voltar aos blogs se quando venho gosto tanto.
    Não esqueci de vc, não. É FALTA DE TEMPO E A MALTITA preguiça que me fazem passar as vezes longe do computador. Também, é porque descobrir que cada vez que me sento na frente dele, acabo ficando por muito tempo e isso me da uma impressão de perda de tempo tão grande, entende?
    rsssss. Saudade!

    Beijos

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  7. oI QUERIDA AMIGA SONICA, JA FIZ DIVERSOS TEXTOS SOBRE A CRIANÇA. TALVEZ COM A NOVA LEI QUE NÃO PERMITE A CRIANÇA IR PARA A ESCOLA TÃO CEDO, MAIS TARDE QUANDO CRESCEREM TERÃO ALGO PARA CONTAR AOS SEUS FILHOS.SOBRE AS TRAQUINAGENS DO QUE É SER CRIANÇA. NÓS NÃO PODEMOS TER TUDO, É O PREÇO QUE TEMOS QUE PAGAR PELO PROGRESSO.BRIGADAA AMIGA PELA VISITA E O LINDO COMENTÁRIO. ABRAÇOS CELINA

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  8. Sonica, querida, adorei a sua visita que estou retribuindo.
    O seu texto toca no "nervo", na essência das nossas vivências.
    As crianças, não só são tudo isso, como, em certa medida, são orfãs de mãe e pai vivos, eles próprios escravos da carreira, da abençoada e bem paga carreira que dá acesso ao ter, esquecendo o ser.
    Acho que, de alguma forma, as pessoas serão levadas a repensar as suas prioridades que, tal como estão, enchem as clínicas dos psiquiatras e psicólogos.
    Neste momento observo e confio que algo está a mudar, devagarinho, mas está.
    Minha nova amiga, vamos trocando ideias, sugestões, gargalhadas e lágrimas (se for o caso...) neste espaço que nos aproxima.
    Vou verificar se já sou sua seguidora.
    Não sendo, passarei a ser.
    Um beijo da Nina

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  9. Sô, meu amor, você sempre me procurando... Voltei, Flor, tem post novo lá. Obrigada sempre pelo seu enorme carinho que consigo sentir com todo o meu coração.
    Bárbaro seu post!!! Tenho uma filha de 7 anos e mesmo contrariando tudo e todos, deixo ela ser criança sim. Nada de muitos cursos, roupas de adulto em tamanhos reduzidos, nada de celulares, nada de computadores.... ela ainda chupa chupeta!!! Cansei de ouvir que ela tem que parar. Ela vai parar quando ela achar que chegou a hora. Eu parei com 11 anos. Ela vai fazer todos os cursos que quiser quando a vontade partir dela. Ela vai ter celular a hora que tiver idade para tal, ela vai usar roupa de adulto quando for uma. Ela é uma criança doce, meiga, saudável, super criativa, conta e vive as histórias de princesas, de fadas, de bruxas.... E eu adoro isso tudo. Curto cada momento ao máximo. A infância é a fase mais feliz da vida de uma pessoa e é tão curta. E fico muito triste quando vejo que a sociedade está querendo reduzir ainda mais essa fase mágica que fará muita falta lá na frente... as lacunas que se deixam na infância, nunca mais voltarão. Por isso deixo minha filha ser criança o quanto ela quiser ser. Beijos e parabéns por levantar uma questão tão importante como esta.

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  10. Um texto actual...Hoje, a criança não brinca e nem sabe o que isso é...O dia está carregado de mil e uma coisa, extra escolar, é a natação, o inglês, a ginástica, a dança etc etc...
    Que bom ter tido uma infância onde esfolava os joelhos, chegava a casa com a bata suja ou esfarrapada de trepar ás árvores e lambia o resto de chocolate que ficava na forma, depois do bolo ir para o forno...Queres saber? Há ainda um resto (bom) dessa criança em mim!!!
    Beijocas
    Graça

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  11. Bela reflexão! Fico pasma ao ver essa queima de oportunidades de ser crianças que os pais estão oferecendo às suas crianças.

    Aceleram tudo, vestem as meninas como manequins, os meninos cheios das tecnoologias, festas? Só com grandes eventos e por aí vai.Pra que??? beijos,tudo de bom,chica( ando mais sumida, pois problemas de saúde em casa...)

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  12. Antes de mais quero agradecer a visita que fez ao Começar de Novo. Espero que tenha gostado e que volte mais vezes. Este texto está excelente e nos leva a refletir sobre o modo como estamos a cuidar das nossas crianças. Os pais além de pularem etapas importantíssimas na vida dos seus filhos, começam desde cedo a decidirem a melhor carreira para eles; conheço alguns que não os deixam seguir este ou aquele curso, porque não dá dinheiro, esquecendo-se que o que mais importa é que eles gostem do que que fazem; o resto vem por acréscimo; nunca se sentirão felizes fazendo aquilo de que não gostam por mais dinheiro que ganhem. Muito obrigada por partilhar este texto e pode-me esperar, pois voltarei. Um beijinho
    Emília

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  13. Oi,Sonica!Realmente é bem isso o que estã acontecendo os pais perderam a noçao,esses dias vi uma mãe dizendo que fez a filha fazer uma cirurgia plástica por uma coisa que só ela via na filha, o mundo tá cada mais louco,por isso que vou pensar muito bem se terei ou não filhos.
    Bom findi!
    Beijossss

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  14. As crianças precisam de tempo para serem crianças.
    Bjs!
    Lu

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  15. Como já comentei esse post, hoje deixo um beijo de bom fds.

    =*

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  16. minha mãe sempre me ensinou a viver a minha idade, ela diz que é o segredo para não querermos voltar no tempo!

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  17. Muito bom o texto amiga!!

    beijos e um bom feriado

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  18. Olá querida,
    Obrigada pelas palavras que deixou em meu recanto.
    Beijos.

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  19. Vim responder: a cirurgia do maridão foi tri bem.esperamos o "bichinho invasor" tenha ficado no hospital e morto, pra sempre...beijos,obrigado!chica

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  20. Hello, Sonica.

    The graceful sense wraps your artworks.
    It's excellent and lovely...

    The season of colored leaves, heartwarming atmosphere.

    The traditional celebration, kimono infants.

    The prayer for all peace.

    Greetings.
    From Japan, ruma ❀

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  21. Ótimo texto para reflexão. Não tenho filhos, mas tenho noção to que acontece ao meu redor. Concordo e muito com esse texto. Depois q nos tornamos adultos não há retorno, e as coisas só se complicam: compromissos, decisões, trabalho,competividade, dinheiro, etc. Por que privar as crianças e adolescentes de um tempo em que deveriam simplesmente "ser" .

    Amiga, finalmente hoje as coisas voltaram ao normal aqui em casa, então estou aproveitando para fazer umas visitinhas.
    Desejo-lhe muita boa sorte no sorteio da Boutique de Achados :)

    ps.: foi você quem me falou q mostrou o meu blog para uma amiga sua na esperança q ela comece um blog também? Ela se decidiu?
    Me desculpe, mas a idade e as muitas atividades em q me coloco me fazem ficar muito "esquecida" :)

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  22. Boa noite, querida amiga Sonica.

    Adorei!!

    Os pais colocam seus filhos numa competição acirrada, como se a vida fosse uma "gincana".
    A intenção pode ser boa, mas poucos pensam no bem estar da criança, colocando-se no lugar dela.

    Desejo-lhe muitas alegrias.

    Beijos.

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Livros, meu relax n. 1:2016,2015,2014,2013, 2012, 2011, 2010 , 2009

  • Vivências de um psicanalista
  • Um sentido para a vida
  • Sobre a amizade e outros diálogos
  • Segredos e atalhos do iPad - 2011
  • Quase tudo
  • Putz, virei minha mãe!
  • Purgatório
  • Psicanálise dos Milagres de Cristo - 2011
  • Poemas completos de Alberto Caieiro
  • Pense Magro
  • Pensar é transgredir
  • Os catadores de conchas
  • O show do eu
  • O mundo pós-aniversário
  • O monge e o executivo
  • O menino do pijama listrado
  • O livro das ignorãças
  • O livro da sabedoria
  • O estrangeiro
  • O caçador de pipas
  • O brincar e a realidade
  • No divã do Gikovate
  • Niketche - 2011
  • Nietzsche para estressados - 2011
  • Na presença do sentido
  • Millenium
  • Mentes Perigosas
  • Memórias das minhas putas tristes
  • Me larga!
  • Marley e eu
  • Mamãe, posso namorar pelado?
  • Mamãe e o sentido da vida - 2011
  • Longe daqui
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  • Histórias das minhas putas tristes
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  • Fadas no divã, Diana L. Corso e Mario Corso
  • Fadas no divã
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  • Enquanto o amor não vem
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  • Contra um mundo melhor -2011
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  • As intermitências da morte
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  • Agape - 2011
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  • 2016-Pressentimentos e suspeitas, Ivo Storniolo
  • 2016-O poder do discurso materno, Laura Gutman
  • 2016-O oitavo selo, Heloisa Seixas
  • 2016-O ano do pensamento mágico, Joan Didion
  • 2016-Mulheres de cinza, Mia Couto
  • 2016-Freud, obras completas, vol. 18
  • 2016-Felicidade ou Morte, Clovis de Barros Filho e Karnal
  • 2016-Enclausurado, Mc Ewan
  • 2016-Dias de abandono, Elena Ferrante
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