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sábado, 21 de agosto de 2010

Maternidade, ou melhor, maternagem.

Tenho pensado sobre as novas mamães do sec. XXI, que estão nas páginas de jornal, revista e na mídia, colocando em discussão assuntos importantes e prementes.
Um deles é o trabalho, que foi galgado a duras penas, dispensou anos de estudos, e concedeu a tão sonhada independência financeira.
Quando a profissional dedicada e com uma carreira em pleno desenvolvimento tem seu bebê, e depois de um tempo tem que retornar ao trabalho, vem a grande dúvida: será melhor dar um tempo para cuidar dos pimpolhos, ou deixá-los com algum familiar, com babá, em creches ou escolinhas?
As opiniões divergem, os palpites alucinam, uma certa angústia aparece e o tempo começa a correr. "Os primeiros meses passaram lentamente, mas agora estão voando...", é a fala de muitas mães.
Hoje, a decião de ter filhos é complexa, pois os valores culturais mudaram; a correria comanda a jornada diária, não ter tempo é ser "o máximo", ficar em casa não está com nada...aquela delícia de curtir o bebê, amamentar a hora que ele quiser, olhar demoradamente para suas mãozinhas, para muitas é um martírio. Acompanhar o tempo deles é de desesperar. A vida dá uma brecada, e talvez uma parada brusca. Os compromissos sociais entram em greve total.
Não é mais possível manter a mesma vida que tinham antes do bebê nascer.
Filhos exigem renúncias, mesmo temporárias. E muitas mães não assumem a maturidade que a maternagem exige.
Agradeço a Deus todos os dias pela "mamãe do Pedro", minha filha Pati, que cedeu seu tempo para ser mãe, "mamãe em potencial".
( Algumas reflexões foram tiradas do texto de Rosely Sayão, dia 02/08/10, Equilíbrio, Folha)

12 comentários:

  1. Ai Winni, só vc! te amo!
    bjs e parabéns pelo texto!

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  2. E eu complemento o texto dizendo: azar daquelas que não se dão ao direito de curtir a maternidade em tempo integral, porque nunca vão saber a delícia que estão perdendo!
    E essa mamãe do Pedro é tão, mas tão especial que escolhi pra ser um pouco mamãe da minha filhinha também :-))
    beijos

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  3. Oi,Sonica!Td bem?Não sei se te falei mas fiz um blog para falar sobre um pouco de tudo cansei de falar só sobre dieta, vou te passar o link qdo puder passe lá.
    Ser mãe exige tempo, paciência e acima de tudo vocação acho que nem toda mulher nasceu para ser mãe.
    Uma ótima semana!
    Beijosss
    http://jornalistanofuturo.blogspot.com/

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  4. Essas coisas de maternaidade é complicado. A mulher quer ser como o homem, mas não é e acaba abrindo mão de viver momentos intensos com o filho para dizer que está no mercado de trabalho. Mas cada um sabe o que faz, ou não. O importante é pensar no futuro. Porque no mercado de trabalho você sempre poderá entrar, mas a infância do seu filho é única.

    Vim comentar seu comentário sobre casais sairem sozinhos e me empolguei com seu tema, rs.

    Beijos

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  5. fico me perguntando quanto ganhei ao priorizar a maternidade

    percebo porem,que nem todas o fazem e mesmo assim,tem filhos bem resolvidos ,independentes e as vezes com traumas (todos tem) parecidos entre si.

    é não sei...............para mim,foi uma escolha que me fez muito bem,quero crer que para os meus filhos tb.

    que assim seja
    afagos carinhosos
    Denise

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  6. Meu blog deu problema, acho q vou ter q abrir outro e perder todas as minhas seguidoras, to muito triste, hj escrevi nele e quando entrei para ver não tinha mais nada, meu filho acha q é virus, ou alguem invadiu meu blog...pq isso acontece comigo?
    Amiga vou ver tudo direitinho e depois te digo oq vou fazer.Desanimei com isso q aconteceu.
    Se cuida
    Beijosss

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  7. Oi flor
    Fiz meu novo cantinho...venha fazer parte dele...estou esperando por vc amiga...
    Bela quarta
    Beijoss

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  8. Oi Sonica, que delícia.

    E não é que é verdade mesmo? Patrícia foi absoluta sabedoria.
    Lindo texto. Fiquei curiosa para ler o original da Folha que te inspirou.

    beijos,
    Norita (anônima????)

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  9. Oi flor
    Seja sempre bem vinda ao meu novo cantinho...espero q logo tudo voltar ao normal.
    Beijinhos

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  10. Ei querida, fico feliz que o texto dobre a mãe leoa ou cágado tenha te tocado. Eu ando mesmo nessa fase, mesmo não tendo filhos, mas de pensar no que nós mulheres podemos fazer para realmente mudar algo e não só a cor do esmalte, rs.

    Obrigada por sua contribuição tão especial.

    Vi que seu netinho mora na Holanda, meu padrasto chega de lá na semana que vem. Fico louca atrás de todas os queijos! rs

    Beijos!

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  11. adorei o texto, penso TANTO nisso.
    e melhor - agora liguei a filha à mãe!!!
    as duas são ótimas (pelo visto é dna).
    obrigada pelas visitas no piscar de olhos e volte sempre, viu?
    beijos!

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