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segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Estoque de esperança!

Se tem uma coisa que tenho prá dar e vender, é esperança.
Graças a Deus, tenho convicção disso, e também orgulho. O meu mundo pode estar de cabeça virada, eu com a cabeça prá baixo acompanhando o caos, logo que o prumo reacontece, eu reajo, vejo o que dá prá ser feito, e  a esperança fala alto: "já vai melhorar!"
Apesar desse faz-de-conta que eu governo, da presidente Dilma, dessa dificuldade de tomar uma atitude perante esses ministros de meia-tigela antes que a imprensa a desmoralize totalmente, dessa roubalheira escancarada dos políticos, dessa falta de educação e de saúde, eu tenho esperança que um dia tudo se transformará (?!). Sou uma indignada esperançosa.
Hoje o Hino Nacional entoado pelos policiais na favela da Rocinha, esperançou minha alma e meu coração! Assisti na esteira, logo cedo no Bom Dia Brasil e as lágrimas não me obedeceram, escorreram livremente.
Fiquei com a aquela cena na mente o dia todo, e quando lí a matéria detalhada no Jornal, e que os moradores estão com medo de que o Estado não vai lhes proporcionar  "tudo aquilo" que o Nem lhes oferecia, um nó na garganta se formou, e novamente as lágrimas vieram. Fiquei sentida, estupefata, arrasada, e sei lá mais o quê.
E a esperança??? Cadê a esperança??? Está voltando...está chegando...Amanhã é dia da Proclamação da República, um dia para se ter mais um pouco de esperança...

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

11/11/11

Aproveitando essa data tão mística, lembrei-me que JESUS CRISTO também se escreve com 11 letras, e como agora são 11hs (coincidência?), agradeço a Ele por todas as bênçãos derramadas sobre mim, sobre minha família e sobre todos os meus amigos, presenciais e virtuais!
Paz no mundo, menos sofrimento, menos baixaria política no Brasil e no Mundo...
Mais amor, mais solidariedade, mais saúde, mais responsabilidade, mais respeito, mais educação...

sábado, 5 de novembro de 2011

Estávamos com jeito de adolescentes...

..mas éramos um casal de avós vindo de Saõ Paulo com o fofíssimo neto no carro!
A felicidade era tanta que estava na cara que era a primeira vez: a primeira vez que ficávamos com ele sem a mamáe e o papai por perto, a estreia do Pedro com o vovô e a vovó, uma nova forma de convivência de alguns dias!
Meu Deus, quanta responsabilidade! Com jeitinho de arte bem feita, estávamos os dois em êxtase: "mas vamos caprichar, não vamos tirá-ló do rítmo, e tentar fazer tudo como eles pediram!"
E assim aconteceu; enquanto o Pedro foi a nossa delícia, os papais aproveitaram (apesar da saudade), as suas merecidas pequenas ferias, cinco dias, quatro noites!
Prá mim esta sendo uma semana de pura magia, pois vim trazer o garoto e fiquei, volto só no Domingo!
São de pequenos momentos felizes que montamos nossa felicidade...

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

"Não- lugares"

Refletindo em grupo um texto excelente (psicanalítico) sobre a "Infância Roubada", fiquei tentada a resumí-lo.
Os autores desenvolvem um pensamento sobre os "não-lugares", utilizando idéias de rapidez, transitoriedade, não pertinência, próprias desse novo termo.
Interessante pensar como a comunicação instantânea, transmitida o tempo todo pela mídia e publicidade, cria  novas formas de desejo a serem satisfeitas pelos filhos e pelos pais.
Marc Augé define" não-lugares", os lugares mais habitados na sociedade pós-moderna, os lugares de trânsito, de passagem, de pouco investimento afetivo, como  as ruas, os shoppings, os aeroportos, os hotéis, etc, onde a vida transcorre sem que haja um sentimento de pertencer, de pertinência.
A casa, a cidade, a pátria sempre foram nossos lugares investidos de sentido, de amor e de afeto. Hoje constatamos o sentimento de solidão que impregna a sociedade contemporânea. É um sentimento que se configura exatamente pela impossibidade de construir laços afetivos.
A infância hoje é prejudicada pela falta do tempo mágico, das fantasias, dos "faz-de-conta", pois o futuro atravessa a imaginação dos adultos. Os pais dos pequenos  pensam no sucesso dos filhos lá na vida adulta, incentivando desde cedo a competição, a aparência, etc.
 Criança não tem tempo de ser criança, "precisa pensar no futuro", precisa com 2 anos  "estudar na melhor escola", vestir "marcas", serem acima da média em alguma coisa.
Estamos dando espaço e tempo para o desenvolvimento da crianças? Meninas com 8 anos frequentando salões de beleza?  Meninos (as) de 5 anos escolhendo iPad, celulares? Todos vivendo uma antecipação da problemática adolescência, com angústias infinitas, sem "lugar" para suportar.
Pulam da infância para a adolescência queimando etapas. As fantasias com as fadas, bruxas, príncipes e princesas são trocadas pelos ideais de consumo, pela beleza, pelo sucesso.
Paro minha reflexão por aqui. ( Autores do texto: Myrna P. Favilli, Bernardo Tanis, M. Celina P.S.A.Mello)
A infância é um tempo de treino para o viver, e que tende a se esgarçar nos tempos modernos.(a frase foi copiada do texto)

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Tina Brown

Há 16 anos, resolvi atender um pedido insistente dos 3 filhos: arrumar uma cachorra; reinava uma  grande euforia entre os  irmãos, e durante o percurso para buscá-la, houve uma "conversa séria", sobre quem faria isso e aquilo, sobre banho, saídas, ração...  Logicamente todos concordaram com suas tarefas e fomos a um canil indicado por amigos.
Chegando lá, vimos uma cachorrinha bonitinha, pretinha, e ficamos pensando que seria ela a escolhida, mas nisso apareceu a marronzinha que veio correndo até nós, e o dono do canil, com voz anasalada sentenciou: "essa é mais fortinha, e também é a mais dócil da ninhada."
Lembro-me como se fosse hoje, nos entreolhamos e nem foi preciso uma palavra: ela veio toda faceira, pois já tinha nos escolhido.
Os primeiros dias foram difíceis, pois ela chorava a noite, e não queria ficar no local estipulado por mim; Patrícia a buscava, colocava-a em sua cama nos primeiros dias (eu fingia que não via),  depois na caminha própria mas continuava no  quarto dela, e quando passou uns 8 ou 10 dias, Tina aprendeu a dormir na área de serviço numa boa (com um relógio-despertador 'grudado' nela, o barulhinho do tic-tac a aconchegava!).
Durante o dia, ela ficava solta pela casa, e a noite eu a prendia. Renato e Eduardo brincavam e a instigavam o dia todo, não queriam um cachorra "mole e sem graça". Aprendeu rapidamente a fazer suas necessidades no jornal, e assim a cachorrinha fortinha e não muito dócil conquistou a todos. Era a alegria da casa, com seu rosnar de "cachorra grande", e toda sua graça de duschen hound, a "salsicha" mais "musculosinha" que conheci!
Viajou algumas vezes com nossa família, aprontou muitas peraltices, comeu um bolo inteiro numa certa tarde em que deixei o bolo na mesa para esfriar, enfrentou e matou morcego,  fingiu de morta uma vez que uma Mastin, uma big cachorrona veio prá cima de nós duas, ela simplesmente se estatalou na rua, e sobraram os meus gritos ensurdecedores para afastar aquela ameaça de mordidas mortais!, e quando o perigo se afastou, olhou nos meus olhos, lambeu meu pé com satisfação e agradecimento, e me pareceu que até sorriu...Sempre serelepe, não ficava parada, as voltinhas diárias sobravam TODAS para a mamma aqui, e o isso e o aquilo também, mas confesso que apreciava.
Tinha preferência por alguns amigos, e naõ gostava de outros. Se eu ficava brava com ela, o olhar de ternura me desmanchava. Os filhos saíram de casa, foram estudar fora, e ela sempre do meu lado, me consolando e me ajudando a enfrentar a falta deles; às vezes confesso que eu me enchia dela, mas logo passava; sempre teve uma saúde de ferro, só visitou a veterinária anualmente, para tomar vacinas. Assim se passaram os 16 anos e alguns meses. Hoje ela deixou nossa casa e as lágrimas não param de rolar. Ela não morreu, mas não tem mais condições de viver aqui no apartamento. Foi uma decisão difícil e penosa, mas vai continuar  seus dias em um lugar aprazível; paro por aqui, para  dar passagem a muitas outras lágrimas que teimam em rolar...

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Norte da Europa - Mar Báltico

Embarcamos, no sentido literário da palavra, no Navio Poesia, MSC, em Copenhague, cidade classuda e austera.
Navegamos duas noites pelo tranquilo Mar Báltico, e a primeira cidade avistada foi Estocolmo. Essa sim causou-me um gostoso impacto: cidade linda, com 33.000 ilhas que desde a primeira vista, ainda no navio, cativou-me.
Seguindo a viagem, veio Tallin, antiga capital da  Estônia, cidade medieval maravilhosa, que ficará para sempre na minha memória.
Kiel e Lubeca, na Alemanha, foram surpreendentes. Para Lubeca fomos de trem: paisagem exuberante, diferente e a surpresa com tanta beleza.
Sao Petersburgo é um caso a parte: cidade fundada em 1703, é ousada e imponente. Foi construída com esforços titânicos; segundo a história, Pedro I, o Grande, contrariou a "velha Rússia", e conseguiu empolgar a geração que o apoiava com grande entusiasmo, construindo essa magnífica metrópole. Para muitos estrangeiros (alemães, suecos, ingleses, holandeses, franceses, italianos,etc,),  a cidade foi a segunda pátria, pois dedicaram seus talentos para a edificação e alí se estabeleceram para sempre.
Traz páginas funestas e trágicas nesses 300 e poucos anos de existência; apresenta enorme expressividade.
Uma última observação: é majestosa, e até consegue refletir alguma  suavidade com os canais do  Rio Nava.
O navio, como a própria propaganda diz, é "uma ode ao luxo". Navio elegante e classudo, mas que nos deixou muito a vontade, deliciando-nos com dias e noites inesquecíveis...

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

É melhor a viagem ou o retorno?

Adoro viajar, mas quando chego de volta à minha casa, fico também feliz demais!
E agradecida a Deus de todo meu coração, por ter me proporcionado esses deliciosos dias!
Lisboa é muito acolhedora: não sei se pela facilidade da lingua, pela ancestralidade, senti-me em casa. Cidade tranquila, fácil de se locomover, clima ameno, comida deliciosa, que mais eu queria?
Ah sim, um bom vinho e doces do outro mundo! Achei tudo isso e mais um pouco: um hotel excelente e um marido apaixonado...namoramos, rememoramos e fizemos novos planos!
Ponto final? Espera um pouco: exploramos a cidade e conhecemos Fátima, Sintra, Queluz, Cascais e Estoril!
Agora pronto? ...NÃO!!!
...Saímos dessa tranquilidade, embarcamos para Copenhagen,  nos encontramos com os irmãos do meu marido e mais 30 amigos, e  iniciamos um Cruzeiro maravilhoso, mas fica prá  logo mais...

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

"Outra vez??? NÃO!!!"

Estou saindo de férias com o maridão, os irmãos dele, e mais 30 pessoas!!!!!
Com essa turma vamos à Escandinávia!!!
Apenas com o marido, um giro por Portugal, que também não conhecemos!
Estou animadíssima, um pouco ansiosa, atrasadíssima com a arrumação da mala, e da mamma ouvi o que está aí no título...ela fica muito tensa, triste, desprotegida, etc e tal! Sinto um frio na barriga, só conto sobre a viagem poucos dias antes da data, mas é sempre estressante, sempre. São os percalços de ser filha única, estado que defendo que deveria ser proibido, e que atualmente está tão em voga!
Que Deus nos acompanhe e nos proteja, e abençoe a  todos!

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

Forno auto-limpante!

Se existir uma lorota maior que essa, eu definitivamente não conheço!
Bem, pensando um pouco, tem algumas coisas esdrúxulas sim, como aqueles produtos que são vendidos para ginástica, o collant que emagrece, a escada que vira mesa, que talvez até empatem com os fornos, mas ganhar deles, não!
Forno auto-limpante! "Escuta essa"...
Hoje uma colega de academia, sem a mínima intimidade com a cozinha, e talvez até com uma  desavença mortal com esse cômodo da casa, contou que comprou um  mega fogão há 2 anos, e que tinha uma empregada excelente de forno-e-fogão, que não a deixava se aproximar do dito cujo; ontem foi o último dia de serviço da moça (por que será???).
 No Domingo minha colega resolveu fazer um bolo, coisa inédita na sua vida, e quando abriu o forno, quase desmaiou! Nunca viu nada mais sujo! Eu imaginei o estado pelas caretas que ela fez, e quase vomitei em cima dela!
Na Segunda, ficou esperando a moça chegar, e com muita "autoridade no caso", com as mãos na cintura, perguntou há quanto tempo ela não limpava aquele forno medonho! E a resposta sincera: "Olha,nunca limpei! Nunca! Lembra quando a senhora comprou e disse de boca-cheia que o forno era auto- limpante, e eu perguntei o que era isso, e a senhora respondeu que ele se limpava sozinho? Então...eu limpava tudo, menos ele! Faz tempo que eu tô com nojo dele, nem bolo e assados eu fazia mais, a senhora nem percebeu, né? Que coisa ...Eu ficava encafifada que ele não se limpava, mas ainda tinha uma esperança, mas então não vai mesmo? Nossa, que lorota boa contaram prá senhora, em? Coitada da senhora, acho que custou tão caro, ainda tá bem novo, a parte de cima tá ótima, porque eu "arío" beem mesmo, e agora vai ter que comprar outro, porque ninguém dá conta mais dele não, mas não esquece de avisar  lá na loja, que desse a senhora não quer mais, pode vir com o mesmo defeito..."

Livros, meu relax n. 1:2016,2015,2014,2013, 2012, 2011, 2010 , 2009

  • Vivências de um psicanalista
  • Um sentido para a vida
  • Sobre a amizade e outros diálogos
  • Segredos e atalhos do iPad - 2011
  • Quase tudo
  • Putz, virei minha mãe!
  • Purgatório
  • Psicanálise dos Milagres de Cristo - 2011
  • Poemas completos de Alberto Caieiro
  • Pense Magro
  • Pensar é transgredir
  • Os catadores de conchas
  • O show do eu
  • O mundo pós-aniversário
  • O monge e o executivo
  • O menino do pijama listrado
  • O livro das ignorãças
  • O livro da sabedoria
  • O estrangeiro
  • O caçador de pipas
  • O brincar e a realidade
  • No divã do Gikovate
  • Niketche - 2011
  • Nietzsche para estressados - 2011
  • Na presença do sentido
  • Millenium
  • Mentes Perigosas
  • Memórias das minhas putas tristes
  • Me larga!
  • Marley e eu
  • Mamãe, posso namorar pelado?
  • Mamãe e o sentido da vida - 2011
  • Longe daqui
  • Leite derramado
  • Ilha Deserta - Livros
  • Ilha Deserta - Filmes
  • Histórias das minhas putas tristes
  • Hamlet
  • Freud - Vol.XIV - 2011
  • Freud - Vol. XXIII
  • Freud - Vol. XXII - 2011
  • Freud - Vol. XXI
  • Freud - Vol. XVIII - 2011
  • Freud - Vol. XVII
  • Freud - Vol. XIX - 2011
  • Freud - Vol. XII
  • Freud - Vol. XI
  • Freud - Vol. VII
  • Freud - Vol. V - 2012
  • Freud - Vol. IX
  • Fora de mim - 2011
  • Família de alta perfomance
  • Fadas no divã, Diana L. Corso e Mario Corso
  • Fadas no divã
  • Eu sei que vou te amar
  • Enquanto o amor não vem
  • Doidas e santas
  • Divã
  • De frente para o Sol - 2011
  • Crime e castigo
  • Conversas sobre terapia
  • Contra um mundo melhor -2011
  • Comer,rezar,amar
  • Cartas a um jovem poeta
  • Caim
  • As pequenas memórias
  • As intermitências da morte
  • Amor é prosa, sexo é poesia
  • Alter Ego
  • Agape - 2011
  • Aforismos - 2011
  • A trama do equilibrio psiquico
  • A sabedoria dos mitos gregos - Aprender a Viver II - 2011
  • A sabedoria da vida
  • A idade dos milagres
  • A história de Edgard Sawtelle
  • A doçura do mundo - 2011
  • A cidade do sol
  • A Cabana
  • 2016-Verdades e Mentiras, Cortella, Dimenstein, Karnal e Pondé
  • 2016-Pressentimentos e suspeitas, Ivo Storniolo
  • 2016-O poder do discurso materno, Laura Gutman
  • 2016-O oitavo selo, Heloisa Seixas
  • 2016-O ano do pensamento mágico, Joan Didion
  • 2016-Mulheres de cinza, Mia Couto
  • 2016-Freud, obras completas, vol. 18
  • 2016-Felicidade ou Morte, Clovis de Barros Filho e Karnal
  • 2016-Enclausurado, Mc Ewan
  • 2016-Dias de abandono, Elena Ferrante
  • 2016-Depois a louca sou eu, Tati Bernardes
  • 2016-Como eu era antes de você, Jojo Moyes
  • 2016-Ah, que bom que eu sei, Brugitte Gross e Jakob Scheneider
  • 2016-A Peste, Albert Camus
  • 2016-A noite do meu bem, Ruy Castro
  • 2016-A felicidade é fácil , Edney Silvestre, Segunda Leitura
  • 2016-A árvore familiar, Denny Johnson
  • 2016-A alma imoral, Nilton Bonder
  • 2016- O livro dos insultos, H.L. Mencken
  • 2015-Tomar a vida nas próprias mãos , Gudrun Burkhard
  • 2015-Pimentas, Rubem Alves
  • 2015-Pequeno tratado das grandes virtudes - André Comte-Sponville
  • 2015-Pai rico pai pobre - Robert T. Kiyosaki
  • 2015-Os amigos, Hamlet L. Quintana
  • 2015-Onde foi que eu acertei? Francisco Daudt
  • 2015-O sol é para todos", Harper Lee
  • 2015-O que a vida me ensinou, Mario Cortella
  • 2015-O incolor Takurukami..., Haruki Murakami
  • 2015-O brilho do bronze, Boris Fausto
  • 2015-Numero Zero, Umberto Eco
  • 2015-Na berma de nenhuma estrada, Mia Couto
  • 2015-Interpretação e manejo na Clínica Wiicottiana, Ela O. Dias
  • 2015-Dom Quixote, Miguel de Cervantes
  • 2015-Diga aos lobos que estou em casa, Carol R. Brunt
  • 2015-Criaturas de um dia, Irvin Yalom
  • 2015-Como envelhecer, Anne Karpf
  • 2015-As pequenas virtudes, Natalia Ginzburg
  • 2015-A visita cruel do tempo, Jennifer Egan
  • 2015-A mágica da arrumação , Marie Kondo
  • 2015-A grande arrete de ser feliz, Rubem Alves
  • 2015-A filosofia de Rudolf Steiner e a crise dompensamento contemporâneo, Andrew Welburn
  • 2015- Pensar bem nos faz bem, M. S. Cortella
  • 2015- Nao nascemos prontos, M. S. Cortella
  • 2014-Uns cheios, outros em vão, Heloísa Seixas
  • 2014-Um rio chamado tempo, uma casa chamada terra, Mia Couto
  • 2014-Totem e Tabu, S. Freud
  • 2014-Textos de Winnicott
  • 2014-Textos de Pichon Riviere
  • 2014-Textos de Grupos, uma visáo psicanalítica
  • 2014-Textos de Bion
  • 2014-O segredo do meu marido, L . Moriestay
  • 2014-O retrato de Dorian Gray, Oscar Wilde
  • 2014-O nome próprio, Francisco Martins
  • 2014-O fotógrafo, Cristóvão Tezza
  • 2014-Fim, Fernanda Torres
  • 2014-Ensaio sobre a mentira, José Outeiral
  • 2014-Do universo à jabuticaba, Rubem Alves
  • 2014-Conhece-te a ti mesmo, José Outeiral
  • 2014-Adultescer, J. Outeiral
  • 2014-A revolta do corpo, Alice Miller
  • 2014-A festa da insignificância, Milan Kundera
  • 2014-A Ciranda das Mulheres Sábias, Clarissa P. Estés
  • 2014-1Q84, Vol. IIIHaruki Murakami
  • 2013 - Voce já pensou em escrever um livro?
  • 2013 - Subliminar
  • 2013 - Sr. Psicólogo, diga-me como ser feliz
  • 2013 - Por que você é minha - I
  • 2013 - Por que você é minha - II
  • 2013 - Por favor, cuide da mamãe
  • 2013 - Os quatro vínculos
  • 2013 - O Rabino e o Psicanalista
  • 2013 - O psicanalista vai ao cinema
  • 2013 - O oceano no fim do caminho
  • 2013 - O fio das missangas
  • 2013 - Nu, de botas.
  • 2013 - Inferno
  • 2013 - Filosofando no Cinema
  • 2013 - Elogio da mentira
  • 2013 - A vida que vale a pena ser vivida
  • 2013 - A graça da coisa
  • 2013 - A arte de amar
  • 2013 - 1Q84 Vol. II
  • 2013 - 1Q84
  • 2012 - Se eu fechar meus olhos agora
  • 2012 - Rimas de Vida e de Morte
  • 2012 - Profissão: Bebê
  • 2012 - Os sentidos da vida
  • 2012 - O retorno do jovem príncipe
  • 2012 - O clube do filme
  • 2012 - O amor companheiro
  • 2012 - Mulher Desiludida
  • 2012 - Fragmentos Clínicos de Psicanálise
  • 2012 - Feliz por nada
  • 2012 - É tudo tão simples
  • 2012 - Depressão:dos sintomas ao tratamento
  • 2012 - Como manter a mente sã
  • 2012 - Como deixar de ser gordo
  • 2012 - Como amar uma criança
  • 2012 - A queda
  • 2012 - A poesia do encontro
  • 2012 - A felicidade é fácil
  • 2012 - A elegância do ouriço
  • 2012 - A criação, segundo Freud